quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Amor incondicional

Construimos nossas vidas baseadas em nossas experiências, principalmente as afetivas. Durante nosso crescimento conhecemos vários tipos de amor: amor pelos pais, irmãos, pelos amigos, pelos animais de estimação e assim por diante...
Eu, assim como muitos, conheci o amor muito cedo. É claro que o conceito de 'amor' tem vários sentidos em determinadas situações. Eu sempre amei minha família, minha mãe então, achei que nunca iria conseguir me separar dela e, hoje moro a quase 400 km longe . Antes disso, me apaixonei por um cãozinho chamado Bidu, meu amigo inseparável. Fiquei doente quando ele sumiu. Como doía o coração de saudade. Aos 10 anos de idade achei que aquilo fosse o auge do amor verdadeiro... Depois vieram os garotos do colégio, quantos suspiros, quantos coraçõezinhos desenhados, quanta expectativa... No colegial, conheci a amizade verdadeira, essas que muitas vezes confundimos com amor e que não deixa de ser um tipo de amor. Graças a Deus, esse amor ainda faz parte da minha vida e tem resistido a muitos golpes do destino... Na faculdade, conheci a paixão, nossa e que paixão!!! Daquelas que fazem você esquecer quem é de verdade, que te fazem chorar a noite inteira, que te fazem voltar atrás em todas as promessas e a pensar que nunca mais irá sentir algo parecido por alguém. Tudo isso na verdade é uma preparação para quando o amor verdadeiro aparecer a gente saber dar o devido valor. E ele apareceu, meu amor verdadeiro, meu companheiro, surgiu quando eu havia desistido do amor e, por que não dizer, da vida... com esse amor fui capaz de renascer e me tornar 'eu' de novo. Achei enfim, que já sabia amar, que havia conhecido alguém capaz de me fazer mudar de planos, morar longe, começar do zero...Para mim a definição de amor estava pronta. Ledo engano! Só depois que me tornei mãe, fui capaz de saber e sentir o que é amar incondicionalmente. Minha vida passou a ter um marco divisor, antes e depois do nascimento de minha filha. No dia 19 de Setembro de 2005, nasceu uma criança e junto com ela uma mãe. Fui abençoada com um anjo, que hoje, às vésperas de completar 6 aninhos, já é minha amiga, companheirinha e a razão pela qual eu continuo lutando e vivendo. Meu amor, meu companheiro continua sendo amado como antes, mas confesso (e ele sabe disso) que a partir de então, minha definição mais pura de "Amor" se chama ANA LAURA.

2 comentários:

  1. Nossa Fernanda disse tudo...filhos são tão pequeno e tão grande em nossas vidas né? mas é a pura verdade, eles são nossos verdadeiros amores, por eles fazemos de tudo e até capaz de morrer...amo os meus apesar d eter 3, amo iguais os 3,são três amores diferentes,mas igual incondicionalmente rsrsrs
    bjs
    Telma

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