Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo.
Quando Melanie, um dos humanos “selvagens” que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a “alma” invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente. Nesse livro, Stephenie Meyer mostra sua versatilidade, afinal, não tem nada a ver com o estilo da saga Crepúsculo. É uma verdadeira ficção, muito bem escrita e com uma pitada de romance na medida certa. No início é bastante confuso, pois é muito diferente, mas com o desenrolar da trama, tudo se encaixa. Como já foi dito, é um livro bastante singular, mas quem for um pouquinho teimoso e persistir nos primeiros capítulos, acho que tem grandes chances de gostar!
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